| ||||||||||||||||||||||||
|
|
Poço da Paz
Tratamento de Poços e Cacimbas Com a supervisão de um técnico habilitado obtenha 1 garrafa plástica de 1,5
litros (dessas de refrigerantes) e 1 esponja de lavar pratos, sem uso e faça um
clorado conforme descrito a seguir: Desinfecção de Águas Correntes de Fontes (Águas Límpidas) É necessário um dispositivo doseador, conhecido como "pinga-pinga", que pode ser construído usando 1 bomba (garrafão plástico) com capacidade de 50 litros e com 1 torneira plástica na sua base (doseador). Sob a supervisão de um técnico habilitado, coloque 45 litros de água e 5 litros de Hipoclorito de Sódio ou 25 litros de água com 25 litros de Água Sanitária. A solução obtida em torno de 1% de cloro activo é denominada solução clorada e ficará pingando na nascente da água. A quantidade de cloro que deve permanecer na água até a sua utilização final é conhecida como "cloro residual" e deve ser controlada para ficar numa concentração de 0,2 a 0,5 ppm (parte por milhão). Para verificar se a concentração do cloro está compatível como desejado, deve-se escolher a torneira mais distante da nascente (dentro das residências) e aplicar o método simplificado de controle. Feito isso, abrir ou fechar mais o doseador (pinga-pinga) até atingir o teor de cloro residual desejado. Controle do Teor do Cloro Residual O controle do teor do cloro residual nos casos de tratamento de água em nascentes e caixas de água deve ser realizado conforme o seguinte método: Pegar um copo de água da torneira mais distante da casa e adicionar 1 pitada de iodeto de potássio (encontrado nas farmácias de manipulação), 5 gotas de vinagre (de preferência branco) e 1 pitada de amido de milho (maisena). Agitar. Observar a cor da solução: a. Azul Claro - tem cloro necessário. A água esta tratada. Atenção Para limpar sanitários Intensifica-se o combate à CÓLERA mantendo-se limpas as instalações sanitárias. Na limpeza diária, utilizar solução preparada com 1 copo de Água Sanitária para cada balde de água com capacidade de 10 litros. Limpeza depois de Inundações Use Água Sanitária, na proporção de 4 colheres de sopa para cada litro de água, para lavar as paredes, pisos e outras superfícies molhadas pela inundação. Riscos à Saúde ( medida de segurança) O Hipoclorito de Sódio e a Água Sanitária podem ser corrosivas a pele e tecidos, principalmente devido ao seu poder oxidante e sua alcalinidade. Por isso, devem ser manuseados com cuidado Em caso de contacto com os olhos, lavá-los em água corrente por 10 a 15 minutos. Se você tiver a sensação de "areia nos olhos", "vista embaçada", procure um oftalmologista; pode ser conjuntivite química. Em caso de contacto com a pele, lavá-la em água corrente por 10 a 15 minutos. Se você tem a pele sensível a produtos de limpeza, use luvas ao mexer com o produto, porque ele pode causar vermelhidão, alergia e até queimadura. Caso isso aconteça, procure um dermatologista. Em caso de ingestão do produto, não provoque vómitos. Tome gelatina líquida ou clara de ovo, e procure um médico. Em caso de inalação do produto em ambiente fechado, saia do local imediatamente e se você sentir falta de ar, mal estar, procure um médico. Ao comprar a Água Sanitária para desinfecção, leia atentamente a rotulagem, que deve conter os seguintes dizeres: o Registro no Ministério da Saúde. Guarde em recipiente fechado e em local ventilado e longe de raios solares e calor. Nunca misture com vinagre, ácido muriático ou agente de limpeza. Pode haver liberação de gases prejudiciais à saúde. Não use o Hipoclorito de Sódio directamente na pele. Texto de Luciah Rodriguez Barros Abaixo veja como pode estar presente alguns dos minerais nas águas subterrâneas. Cálcio O teor desse mineral nas águas subterrâneas gira em torno de 10 a 100 mg/l. As fontes de cálcio são as rochas calcitas , dolomitas , etc. A calcita CaCo 3 – trata-se do mineral que forma os mármores, importante matéria prima na fabricação do cimento, da cal e correctivo na acidez do solo. A Dolomita CaMg (Co3) também é utilizado para correctivo do solo e usado na fabricação da cal. Chumbo Tem sido o responsável por sérios problemas, principalmente a intoxicação. Os canos de chumbo , de solda , de plásticos , de tintas, de pigmentos absorvem grande quantidade desse material que, como tem efeito cumulativo, provoca saturnino. Os efeito pela intoxicação por esse elemento causa tonturas irritabilidade, dor de cabeça , perda de memória, vómitos, diarreias, etc. O teor máximo de chumbo permitido na água deve ser de 0,05 mg/l. Veja o que relatou há mais de 20 anos o cientista e filósofo René Dubos:” O problema (Chumbo) é tão bem definido, e envolvido com as causas conhecidas, que se não eliminarmos este crime social, nossa sociedade merecerá todos os desastres, que foram previstos para ela” Amém. Cloreto Pode estar presente em teores inferiores a 100mg/l. Forma composto muito solúvel e se enriquece junto do sódio a partir das zonas de recarga das águas subterrâneas. Teores anómalos são indicadores de contaminação geralmente por água do mar e aterros sanitários. Cobre A ingestão de altas dose de cobre no organismo pode provocar irritação e corrosão da mucosa, doenças do fígado, dos rins, do sistema venoso e problemas emocionais. Os portadores de doenças de WILSON se ingerirem água contaminada pelo cobre poderão agravar ainda mais a doença. Como o elemento tem efeito cumulativo, o máximo permitido em água de abastecimento público é de 0,5 mg/l. Sódio Elemento sempre presente na água, e os minerais fontes de sódio são os feldspatos plagioclásios. Nas águas o seu teor varia entre 0,1 a 1,00 mg/l, sendo que o máximo permitido pela OMS é de 2,00 mg/l. Potássio Ocorre em grande quantidade na crosta terrestre e em pequena quantidade nas águas subterrâneas. É fixado pelas argilas e consumido pelos vegetais. Seu teor medido nas águas subterrâneas é inferior a 100 mg/l, porém os valores mais frequentes oscilam entre 1 e 5 mg/l. Cadismo Mineral tóxico que se fixa acumula em organismo aquático e pode chegar ao homem através da cadeia alimentar. Aparece nas águas naturais em pequenas concentrações, geralmente em níveis inferiores a 0,00 mg/l. As principais fontes de liberações do cadismo são os combustíveis, os fósseis, os pigmentos, as bactérias, as soldas, os equipamentos electrónicos, os lubrificantes, os acessórios fotográficos, os defensivos químicos, as refinarias de minério e os tubos galvanizados. Sua ingestão provoca disfunção renal, hipertensão, arteriosclerose, inibição no crescimento, doenças crónicas em idosos e câncer. Magnésio Possui afinidade pelo cálcio e ocorre em águas subterrâneas em teores de 1 e 40 mg/l. Depois do cálcio é o mineral responsável pela dureza das águas . Mercúrio Empregado em amálgama dentária, e mostrou-se que em 10% dos consultórios dentários apresentam níveis um tanto alto de vapor de mercúrio. A maior exposição desse metal acontecem nas indústrias químicas. A lesão que estabelece no organismo humano, geralmente no cérebro é irreversível. As indústrias que lançam seus resíduos em águas de rios, lagos causam danos para o meio ambiente e para a população. Os peixes que conseguirem sobreviver a poluição e, se pescado e consumido na alimentação podem causar dano à saúde dos consumidores. Níquel Geralmente é encontrado em área de mineração. Nos seres humanos, altas doses levam à intoxicação, afectam os nervos, o coração e o sistema respiratório. O seu teor oscila entre 0,1 e 11,0 mg/l e o máximo permitido pela Resolução 20 do CONAMA é de 0,025 mg/l. ««« Luciah Rodriguez Barros
Há Pássaros no Asfalto! »»» Coffea arábica »»» Poço da Paz »»» Entrevista com José Augusto Carvalho
»»» Doce Rio Doce
»»»
| |
|