Envie mensagens para telemóveis !    


   Tradutor
   Câmbios
   Conversor
   Câmbios do Dia
   CHAT
   MAIL
   Livro de visitas
   Hino de Portugal
   Top TerraNatal
   Novidades!!!
Pesquisa
              
 

   Por temas
   da Terra
Com.Lusófonas

   Informações
   Entrevistas
   Reportagens
   Festas e Romarias
   Viagens
   Destinos
   Crónicas
   Consultório
Escrever ao longe
   Frases ditas
   Cidadão
   Empresas
   Emigrante
   Comunidades
   Meteorologia
   Telefones Úteis
   Códigos Postais

XYZ

 

Jogos
   Horóscopos

 

   Adicionar site

 

                                           

 

outras páginas [1] [2]

O Euro

( parte 1 de 2 )

       Nasceste, mas és em tudo tão diferente daquilo que é usual, que quase assustas muitos daqueles que te quereriam utilizar e venerar. É verdade que enterraste outras moedas, mas não por vontade própria, todavia também é verdade que – mercê da força que possuis hoje – deverias, aquando da tua feitura... ter pedido aos agentes dos mais variados mercados europeus, que te fizessem mais «certo» (mais simplificado), mais verdadeiro e mais facilitado.

Vou explicar-te: estamos na era de todo o desenvolvimento, e tenta-se – a todo o custo – que o Homem consiga desembaraçar-se de tudo com uma rapidez galopante, isto é, fazem-se carros velozes para subirem «rio acima» numa vertigem enorme, porque urge que o longe, se torne perto.

Fazem-se comidas rápidas, quase «descartáveis», porque é necessário que nas refeições não se gastem tempos, uma vez que do minuto ao segundo – tudo hoje é precioso - , direi que o Homem precisa de todo o momento, para ver facilitada a sua vida. A máquina, nesta século, impõe-se, porque com o seu auxílio tudo é feito atempadamente, todavia tu nasceste, mas trouxeste atrás de ti um conjunto de filhos e netos, que deixam o facilitismo marcado pela tontura da descoberta e obrigas ao restauro consecutivo da memória para a conjugação de tanto pequeno metal que urge ser contabilizado todos dos dias a todas as horas.

Deixaste que te fizessem antigo, pequeno e grande como outrora, e esqueceste que neste século de avanços permanentes deverias ser, tão só, a personificação da facilidade. Mas a aposta veio desgovernada e hoje, convives connosco debaixo de uma conjunto de cabedais e outros materiais que dificilmente te sustentam... voltámos às grandes carteiras, aos porta-moedas de outrora, porque tu vieste cheio de folhos e laços, que em vez de te tornarem pragmatizável, fazem de ti elemento cansativo e até problemático... um cêntimo, dois cêntimos... um euro, vinte euros... dir-te-ei (que para muitos és) uma confusão infinita numa era de modernidade e de autenticidade; todavia terei de te dizer que nem tudo foi negativo na sua aterragem, justamente porque os benefícios que fizeste traduziram-se na possibilidade de olhar a moeda de vários países da Europa e constatar que ela é a mesma, mas isso só é excelso para aqueles que como tu têm a possibilidade de correr o Mundo, de voar sistematicamente, porquanto os mais humildes que não conseguem sair da sua aldeia, vila ou cidade pouco têm a lucrar com essa igualdade, mas convenhamos que para efeitos económicos, disseram que nascerias para melhorar as condições de vida de tantos europeus e, que era necessário senão premente, que chegasses depressa e bem! »»»

outras páginas [1] [2]


O Teu percurso »»»
Mulher/Mãe »»»
Conselho fora de horas »»»
Silêncio e pó »»»
Desumanização »»»
O professor do século XXI »»»
Que Mundo »»»
Viagem »»»
Não é utopia »»»
Viver é nada, se quiseres »»»
Faz frio na cidade »»»
Um Conto de Natal »»»
Criança sem dote - O mundo cortou-te a linha da felicidade »»»
O meu país está diferente »»»
Ficaram as cinzas -  A montanha chora »»»
O saco azul »»»
Que estranho Natal »»»
Criança »»»
Encontrei-me »»»
Descobri a tua infância - Não vás buscar a criança que chora na estrada »»»
Qual é a vontade dos homens? »»»
Amo-te »»»
O Arco Íris - Cromotografia »»»
S. Valentim e o Cupido entrelaçam quem ama »»»
Viajo sem sucesso »»»
Qual é a vontade dos Homens ? »»»
A tua Morte é a minha História »»»
Escola, ... Já fui O Tempo moeu-me a vida »»»
Anjo da Guarda »»»
A Argentina perdeu a cor »»»
O Euro »»»
Queria um Natal como o teu »»»
 Não Aceito a Dádiva, quero merecê-la »»»
O teu declínio - O Conto que eu nunca contei »»»
Dalai Lama - Um Peregrino em Portugal »»»
Olha-me atrás daquela Estrela »»»
Nunca foste Criança - Grito de Revolta »»»
Dependência nunca mais Tabaco, Triste Fado »»»
Os sonhos que eu não quero »»»
O que os homens querem eu não faço »»»
Criança Sem Mundo »»»
Dia Mundial da Poupança »»»
A Saudade aviva a memória »»»
Só Mulher »»»
Antrax »»»
Dois Anos sem Amália... »»»

Guerra Acesa, Mundo Doído »»»
Quando o frio se chama falta d'amor »»»
A América está de luto »»»
Afecto dos Afectos - Viana chora baixinho »»»
Amado adormeceu »»»
Caíu mais uma pétala d'Abril »»»
Palácio do Fado »»»
Amália, Raínha de Portugal »»»
Adeus »»»
Lágrima no 1º Maio de 2001 »»»
Diálogo com o Mundo »»»
Saudade de Cristal »»»
Embrulho Desfeito »»»
Sofrer antes do fim »»»
Entrevista »»»
O Português »»»
Ser do Ser »»»
Sintra, Saúde e Vida »»»
Cascais - Laços de Pétalas »»»
Amália - Diva, Mulher e Fado »»»
Portimão »»»
Sonho Logisticamente Desfeito »»»
O Grito de Amália »»»
Big Brother »»»

 

 
   
Adicionar Site   Publicidade   Comentários   Colabore connosco   Missão   Press Release   Imprensa   Contactos   Mapa do Site   Link para o TerraNatal    Parceiros