Envie mensagens para telemóveis !    


   Tradutor
   Câmbios
   Conversor
   Câmbios do Dia
   CHAT
   MAIL
   Livro de visitas
   Hino de Portugal
   Top TerraNatal
   Novidades!!!
Pesquisa
              
 

   Por temas
   da Terra
Com.Lusófonas

   Informações
   Entrevistas
   Reportagens
   Festas e Romarias
   Viagens
   Destinos
   Crónicas
   Consultório
Escrever ao longe
   Frases ditas
   Cidadão
   Empresas
   Emigrante
   Comunidades
   Meteorologia
   Telefones Úteis
   Códigos Postais

XYZ

 

Jogos
   Horóscopos

 

   Adicionar site

 

                                           

 

outras páginas [1] [2]

DIÁLOGO COM O MUNDO

( parte 1 de 2 )

    Cheguei cansada ao alto daquele monte. Descobri mal saltei aquele silvado que a dor vinha de fora, vinha do meu próprio projecto de vida perfeitamente desencaminhado do contexto social do mundo onde habito. Acabei de ler Sophia de Mello Breyner e constatei, à sua imagem, que a infância é o tempo das alegrias maiusculadas, o percurso infinito do bem estar e do equilíbrio e que durante este tempo, tudo são rosas alvas plantadas no nosso altar de carinho e amor fraternos. 
    Todavia e à medida que o oceano toma contornos diferenciados, tudo vai sendo raios de caos, peças do cosmos que se apanham com facilidade, porque estão distorcidas pelo silêncio da nossa existência. Porque existimos?! Será que o projecto de vida equacionado por cada um de nós, é assim tão diferente de Homem para Homem?! Não obtenho resposta – quando reflicto – e olhando aquele pássaro vermelho vindo do lado do sul deixo que algumas lágrimas matreiras digam de si e dos outros. Aqui tudo é êxtase e cada vez mais me agarro a Alberto Caeiro e com ele quero deambular por todos estes montes e vales, porque só aqui no sopé desta montanha tenho a paz de que careço para ser feliz. 
    Quero ver para crer, quero dizer às papoilas que sou igual a elas, qual flor silvestre nascida para ser livre e para dar cor e magia à plenitude. Quero ser aguarela de mestre, mas pintada com a simplicidade peculiar dos homens de boa vontade, quero tactear a ataraxia para saber compartilhá-la dia após dia, porque cada dia que passa, sinto o mundo mais perto do estado de perda, e sinto o Homem mais isolado de si mesmo. 
    Hoje e aí na cidade – em qualquer ponto do globo – diz que se diz, diz que se viu, mas com os olhos dos outro, e as conversas versam o fútil e o barato que o sociedade semeia. Aquelas metas de felicidades estão escondidas no seio de cada ser e, cada vez mais parece ser feio ou insípido dizer-se a alguém que se ama ou solicitar aquela amizade. Naquele café daquela cidade bonita daquele espaço excelso e daquela era sem data, todos os ditos versam o obtuso, a carência, a discussão ou o prazer inóspito da troca de informação para a montagem de um grande arsenal económico. 
    Nunca mais se viu - e isso dizem-nos os Deuses – palavras carregadas de sentido a explicar a uma criança o que é uma flor, um amigo, uma família um gesto de solidariedade. Nunca mais se viu aquele avô ao lado do seu pequenino doando-lhe rios de histórias e a escutar, simultaneamente extasiado, aquelas conversas tão simples como "... hoje, a professora disse-me que eu tenho um avô muito bonito ...".»»»

outras páginas [1] [2]


O Teu percurso »»»
Mulher/Mãe »»»
Conselho fora de horas »»»
Silêncio e pó »»»
Desumanização »»»
O professor do século XXI »»»
Que Mundo »»»
Viagem »»»
Não é utopia »»»
Viver é nada, se quiseres »»»
Faz frio na cidade »»»
Um Conto de Natal »»»
Criança sem dote - O mundo cortou-te a linha da felicidade »»»
O meu país está diferente »»»
Ficaram as cinzas -  A montanha chora »»»
O saco azul »»»
Que estranho Natal »»»
Criança »»»
Encontrei-me »»»
Descobri a tua infância - Não vás buscar a criança que chora na estrada »»»
Qual é a vontade dos homens? »»»
Amo-te »»»
O Arco Íris - Cromotografia »»»
S. Valentim e o Cupido entrelaçam quem ama »»»
Viajo sem sucesso »»»
Qual é a vontade dos Homens ? »»»
A tua Morte é a minha História »»»
Escola, ... Já fui O Tempo moeu-me a vida »»»
Anjo da Guarda »»»
A Argentina perdeu a cor »»»
O Euro »»»
Queria um Natal como o teu »»»
 Não Aceito a Dádiva, quero merecê-la »»»
O teu declínio - O Conto que eu nunca contei »»»
Dalai Lama - Um Peregrino em Portugal »»»
Olha-me atrás daquela Estrela »»»
Nunca foste Criança - Grito de Revolta »»»
Dependência nunca mais Tabaco, Triste Fado »»»
Os sonhos que eu não quero »»»
O que os homens querem eu não faço »»»
Criança Sem Mundo »»»
Dia Mundial da Poupança »»»
A Saudade aviva a memória »»»
Só Mulher »»»
Antrax »»»
Dois Anos sem Amália... »»»

Guerra Acesa, Mundo Doído »»»
Quando o frio se chama falta d'amor »»»
A América está de luto »»»
Afecto dos Afectos - Viana chora baixinho »»»
Amado adormeceu »»»
Caíu mais uma pétala d'Abril »»»
Palácio do Fado »»»
Amália, Raínha de Portugal »»»
Adeus »»»
Lágrima no 1º Maio de 2001 »»»
Diálogo com o Mundo »»»
Saudade de Cristal »»»
Embrulho Desfeito »»»
Sofrer antes do fim »»»
Entrevista »»»
O Português »»»
Ser do Ser »»»
Sintra, Saúde e Vida »»»
Cascais - Laços de Pétalas »»»
Amália - Diva, Mulher e Fado »»»
Portimão »»»
Sonho Logisticamente Desfeito »»»
O Grito de Amália »»»
Big Brother »»»

   
Adicionar Site   Publicidade   Comentários   Colabore connosco   Missão   Press Release   Imprensa   Contactos   Mapa do Site   Link para o TerraNatal    Parceiros