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NÃO ACEITO A DÁDIVA, QUERO MERECÊ-LA
( parte 1 de 2 )
Sonhei
que era de novo menina, mas que chorava convulsivamente. Era 8 horas de uma
madrugada linda, quando fiz uma retrospectiva e fui até onde nunca tinha ido...
fui até ao Ontem buscar a resposta para tantas questões que o Hoje traz consigo,
e porque as encontrei, a criança que fui chorava de tal sorte, que as gotas de
dor saiam em cascata denunciando tantos passos dados em falso, tantas situações
insólitas, tantos sonhos arquitectados ao pormenor, mas e ainda, tantas
frustrações amealhadas por se supor que o MUNDO é um centro de equilíbrio e de
sensatez e por – mesmo com a idade – se ter dificuldade em perceber, que quando
atrás de nós não está um nome quase divinizado na sociedade, tudo é queda livre,
passo mal dado, trombeta sem som.
Chorei bastante narrando ao
pormenor tantos detalhes que quase esqueci o que escrevi. Mas disse que não
entendo os homens e o mundo. Tudo é tão incongruente que, muito dificilmente, se
chegará ao «Quinto Império». Mas eu quereria encontrá-lo, doesse o que doesse,
porque sei que sou capaz de tece-lo linha a linha, fio a fio. Todavia o MUNDO
tem chaves... muitas, e estas só são doadas a quem veio a este reino presenteado
por uma família nobilíssima, os restantes entes farão aquilo que poderem fazer,
ou aquilo que for possível equacionar.
Hoje entendo a frustração de
Cesário Verde, hoje compreendo aquele deambular frenético por Lisboa e aquele
encontro do nada, tão só porque era somente Cesário E nós, sim muitos de nós
somos somente gente... filhos deste Mundo, mas netos das profundezas do mar.
Nunca poderemos vir à superfície, porque as baleias são muito mais fortes que as
sardinhas! Que tristeza é perceber-se que todos e tudo vive de quem é... do que
se é... e da mão na mão. »»»
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O Teu percurso »»»
Mulher/Mãe »»»
Conselho fora de horas »»»
Silêncio e pó »»»
Desumanização »»»
O professor do século XXI »»»
Que Mundo »»»
Viagem »»»
Não é utopia »»»
Viver é nada, se quiseres »»»
Faz frio na cidade »»»
Um Conto de Natal »»»
Criança sem dote - O mundo cortou-te a linha da
felicidade »»»
O meu país está diferente »»»
Ficaram as cinzas - A montanha chora
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O saco azul »»»
Que estranho Natal »»»
Criança »»»
Encontrei-me »»»
Descobri a tua infância - Não vás buscar a criança
que chora na estrada »»»
Qual é a vontade dos homens?
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Amo-te »»»
O Arco Íris - Cromotografia
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S. Valentim e o Cupido entrelaçam quem ama
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Viajo sem sucesso
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Qual é a vontade dos Homens ?
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A tua Morte é a minha História
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Escola, ... Já fui O Tempo moeu-me a
vida »»»
Anjo da Guarda
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A Argentina perdeu a cor
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O Euro »»»
Queria um Natal como o teu
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Não Aceito a Dádiva, quero
merecê-la »»»
O teu declínio - O Conto que eu nunca
contei »»»
Dalai Lama - Um Peregrino em Portugal
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Olha-me atrás daquela Estrela
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Nunca foste Criança - Grito de
Revolta »»»
Dependência nunca mais Tabaco, Triste
Fado »»»
Os sonhos que eu não quero
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O que os homens querem eu não faço
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Criança Sem Mundo
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A Saudade aviva a memória
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Só Mulher »»»
Antrax
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Dois Anos sem Amália... »»»
Guerra Acesa, Mundo Doído
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Quando o frio se chama falta d'amor
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A América está de luto »»»
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Caíu mais uma pétala d'Abril
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Palácio do Fado
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Amália, Raínha de Portugal
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Adeus »»»
Lágrima no 1º Maio de 2001
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Diálogo com o Mundo
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Saudade de Cristal »»»
Embrulho Desfeito »»»
Sofrer antes do fim »»»
Entrevista »»»
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Ser do Ser »»»
Sintra, Saúde e Vida »»»
Cascais - Laços de Pétalas »»»
Amália - Diva, Mulher e Fado »»»
Portimão »»»
Sonho Logisticamente Desfeito »»»
O Grito de Amália »»»
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