| ||||||||||||||||||||||||
|
|
OS ARTISTAS João Afonso Originário de Moçambique, é um interprete que define o seu território, através de uma integridade sonora e ideias originais, num estilo romântico. Ala dos Namorados Incarna um estilo neo-barroco português que mistura com subtileza elementos clássicos, folclóricos, contemporâneos, cores brasileiras e perfumes de fado. Bevinda Franco-portuguesa, representa a geração daqueles que vivem entre duas terras. O calor da sua voz, a nostalgia do fado e a sua saudade convidam-nos a uma viagem lusófona. Das terras longínquas às terras de acolhimento, seus cantos têm a cor dos ritmos brasileiros, de tango, de valsas ligeiras e de sons orientais. Encanta-nos com um fado novo, onde a tradição se cruza com uma escrita musical e poética do nosso tempo. Bía Música popular ou canção ? Entre as duas o seu coração balança. Mas Bía, filha do Rio de Janeiro, canta com o mesmo prazer em português ou em francês. Bonga É a referência da música angolana. Sua voz grave e as suas baladas melancólicas, acompanhadas de percussões africanas e de guitarras, transportam as palavras dolorosas do seus país natal, assolado pela guerra, de onde se exilou voluntariamente. Bonga canta em crioulo, língua popular vinda da mistura do português com o kimbudu, etnia que é a sua. Brigada Victor Jara Explora o eixo tradição / modernidade. A sonoridade do grupo resulta, não só do reflexo da tradição musical portuguesa, como da experiência e da formação dos membros que compõem o grupo. Camané Propõe um fado moderno, na linha de Amália Rodrigues e de Carlos do Carmo, mas com o desejo de procurar novas expressões e novos poetas. Teofilo Chantre É uma figura importante da nova geração de Cabo Verde, inovando na esfera dos principais estilos da música cabo verdiana. Cantor e guitarrista, compõe músicas que se fixam na memória, cheias de nostalgia delicada e de sensualidade ondulante : mornas suaves, coladeiras alegres e muitas vezes satíricas, sem esquecer valsas e mazurkas, tudo cantado em crioulo, a língua de Cabo Verde. Companhia Claudio Basilio Propõe-nos uma viagem pelo Brasil, do Recife ao Rio de Janeiro, passando por Baía : ambiente que lembra as noites quentes do Rio de Janeiro, onde se juntam ritmos endiabrados de samba (Carmen Miranda, Biquinis, Passitas e Baianas), de rumba e de sons nostálgicos de "chorinho" (com influências portuguesas). Cesária Évora Canta com uma voz de uma insondável melancolia, as mornas, escritas para ela pelos melhores poetas das ilhas de Cabo Verde, as canções onde se ouve a dôr do exílio e a recordação dos homens que foram para o mar, levados pelo esquecimento. Mísia Ela traz consigo um canto nostálgico e lancinante, como vento na crista das ondas ao largo do seu país, o fado : as nossas penas dos amores perdidos, o "mal de vivre" e as vertigens da saudade. Amélia Muge Originária de Moçambique, canta Camões, Pessoa, Cesário Verde e outros poetas franceses, moçambicanos, galegos e também poemas de cancioneiros populares. Um universo sonoro muito particular que percorre os caminhos que ligam o antigo ao moderno, o popular ao erudito, a música portuguesa às músicas do Mundo. Ramiro Naka Natural de um pequeno país costeiro ao sul do Senegal, a Guiné Bissau, ele ilustra a musica tradicional, o goumbé, que leva nela toda a História desse país : excelente mistura de tradições africanas (percussões), de herança colonial portuguesa (fado), de fraternidade brasileira (samba) e de familiaridade caraíba (salsa). Lula Pena Tem uma voz grave, tenebrosa, sombria e sensual que lhe permite revisitar inteiramente, e de reinventar literalmente, grandes canções do reportório lusófono, de Amália Rodrigues a Chico Buarque, acompanhado pela sua guitarra. |
|