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OEIRAS - Qualidade de Vida, Inovação e Progresso!
O Concelho de Oeiras, integrado na grande Área Metropolitana de Lisboa, encontra-se situado na sua margem norte e é rodeado pelos Concelhos de Cascais a poente, Sintra e Amadora a norte, Lisboa a nascente, tendo como limite sul o Rio Tejo. O território do Concelho, que ocupa actualmente uma área de cerca de 46 Km2, é constituído por um conjunto de unidades ou elementos paisagísticos particulares que o caracterizam, nomeadamente a Serra de Carnaxide e os Altos da Mama Sul, Montijo, Barronhos e Confeiteiras, na parte Este do Concelho, os vales das cinco principais ribeiras que o atravessam no sentido Norte/Sul, e, toda a orla costeira/ribeirinha. As primeiras referências oficiais a Oeiras, surgem em documentos do século XIV - Diploma da Chancelaria do Rei D. Dinis. No século XVI, são construídos o Mosteiro de Frades Arrábidos sobre os rochedos da Cruz Quebrada e o Convento de S. José de Ribamar em Algés, que se tornam locais muito atractivos. Ainda no século XVI, durante o reinado do rei D. Manuel, deu-se início ao desenvolvimento de uma certa actividade industrial e comercial, nomeadamente com a construção das primeiras oficinas para a manipulação da pólvora, em Barcarena, a exploração das pedreiras e a construção de fornos de cal em Paço de Arcos, bem como o desenvolvimento de actividades agrícolas, principalmente a cultura da vinha e mais tarde dos cereais, praticamente em todo o concelho. No século XVII, foram instituídas com início em Paço de Arcos, carreiras de barcos, destinadas ao transporte de mercadorias. Com o objectivo de defender e controlar a passagem dos navios na entrada da Barra, construíram-se alguns fortes nomeadamente, o Forte de S. Julião da Barra, Forte das Maias, Forte do Catalazete, Forte da Giribita, Forte de S. Bruno, Forte da Conceição de Algés, Forte de S. José de Ribamar, Forte de S. Pedro, etc. Durante os séculos XVII e XVIII, constróem-se palácios e grandes quintas de recreio, locais onde se associam os aspectos agrícola e de recreio. Estas quintas localizam-se junto às ribeiras, que constituem locais privilegiados para o desenvolvimento da agricultura, muito produtiva e com produtos de qualidade. A partir do século XVIII, inicia-se um período de grandes e profundas transformações. A elevação da povoação a Vila e a formação do Concelho, permitem uma certa autonomia administrativa do território, proporcionando o seu desenvolvimento económico e social. É, a partir deste momento, que a história do Concelho de Oeiras, fica ligada a uma grande e mítica figura da História de Portugal - o Marquês de Pombal. Como testemunho da riqueza gerada neste período, o Concelho possui hoje um vasto património construído, nomeadamente palácios e quintas, igrejas e capelas, moinhos, pombais, chafarizes, aquedutos, entre outros. Entre o século XIX e os anos 40 do presente século, o Concelho assistiu a um período de grande desenvolvimento ao nível das infra-estruturas de transportes (comboio eléctrico, por exemplo) e à construção de moradias de recreio e quintas para a fruição das boas características ambientais do Concelho. Surge a moda das praias, banhos de mar, desportos náuticos, casinos, festas, pelo que esta área começa a ser um ponto de atracção da população, sobretudo de Lisboa. Assiste-se, nesta época, à dinamização social e cultural do Concelho (sociedades recreativas e desportivas, teatros, etc.); à concentração da actividade económica, que conduz a uma forte expansão demográfica. Até meados da década de 80, o concelho de Oeiras é visto como um local de passagem, um dormitório, situado entre Cascais e a Capital. Transformar Concelho, repleto de potencialidades naturais, ainda por explorar, tornou-se o grande desafio da Câmara Municipal de Oeiras. E assim se começou a definir o futuro, a caminho do século XXI, em busca de um Concelho dinâmico, com identidade e vida próprias. Já no princípio do século, e volvidos mais de dez anos de franco progresso, são visíveis o esforço desenvolvido e as profundas alterações operadas na estrutura e morfologia do Concelho. Num Mundo que se quer, cada vez mais, dinâmico, vivo e competitivo, quanto mais se faz e transforma, novas necessidades e urgências surgem. Oeiras vai-se sofisticando e com ela todos os Oeirenses. Hoje, Oeiras é palco de uma cultura que alia a história do passado, às necessidades do presente, tendo como perspectiva o futuro.OEIRAS, Vila, sede de concelho e comarca, do distrito e patriarcado de Lisboa. O concelho é formado por 4 freguesias com 151 342 h. Oeiras foi elevada a vila em 1759 e a cabeça de condado em 1758, cabendo o título ao futuro Marquês de Pombal, que muito contribuiu para o seu desenvolvimento.
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